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Implante Dentário Vale a Pena? Tudo o Que Você Precisa Saber

Implante dentário vale a pena? Descubra os benefícios reais, a durabilidade e quando é indicado — com a opinião dos especialistas da Clínica Mariela Baltazar.

Implante Dentário Vale a Pena? Tudo o Que Você Precisa Saber
Neste artigo você vai ver:

Tudo que você precisa saber antes de decidir

Por que a perda de um dente é mais grave do que parece

Quando um dente é perdido, a primeira reação costuma ser de ordem estética — a preocupação com a aparência do sorriso. Mas os impactos vão muito além do espelho. A ausência de um único dente desencadeia uma série de consequências que, se não forem tratadas, comprometem progressivamente toda a saúde bucal e, em longo prazo, a qualidade de vida de forma ampla.

O osso que sustentava a raiz do dente perdido começa a ser reabsorvido pelo organismo em questão de meses. Esse processo, chamado de reabsorção óssea alveolar, pode reduzir o volume do osso em até 25% no primeiro ano e continuar progressivamente pelos anos seguintes. Com menos osso de suporte, surge um efeito em cascata:

  • Os dentes adjacentes inclinam para o espaço vazio
  • A mordida se desequilibra
  • Surgem sobrecargas na articulação temporomandibular (ATM)
  • A mastigação fica comprometida — afetando digestão e nutrição

A má mastigação, por sua vez, afeta diretamente a digestão e a absorção de nutrientes. A fala pode ser comprometida — especialmente em perdas na região frontal. A autoestima sofre. E o ciclo se retroalimenta: quem evita sorrir ou falar com naturalidade tende a se isolar socialmente, o que impacta o bem-estar emocional.

É diante desse cenário que o implante dentário se consolida como a solução mais completa da odontologia moderna para reposição de dentes perdidos. Ele não apenas restitui a estética e a função mastigatória — ele interrompe ativamente a reabsorção óssea e devolve ao paciente a sensação de ter um dente natural, com toda a segurança, conforto e durabilidade que isso representa.

Neste guia, a Dra. Mariela Baltazar responde, com profundidade e clareza, todas as dúvidas mais frequentes de quem considera fazer um implante dentário: como funciona, quem pode fazer, quanto tempo leva, se dói e como escolher a clínica certa para realizar o procedimento.

O que é exatamente um implante dentário?

O implante dentário é uma raiz artificial fabricada em titânio puro ou liga de titânio-zircônia, materiais altamente biocompatíveis — ou seja, aceitos pelo organismo sem rejeição. Esse parafuso é inserido cirurgicamente no osso da mandíbula ou da maxila, no local onde antes havia a raiz do dente natural.

Com o tempo, o osso se funde ao implante em um processo chamado osseointegração — descoberto pelo cientista sueco Per-Ingvar Brånemark na década de 1960 e que revolucionou a odontologia. Uma vez osseointegrado, o implante se torna parte do próprio osso, oferecendo uma base estável e permanente para a coroa protética que será fixada sobre ele.

A coroa — a parte visível do implante, que imita o dente — é geralmente fabricada em porcelana ou zircônia, materiais que reproduzem com fidelidade a translucidez, a cor e a forma dos dentes naturais. O resultado final é praticamente indistinguível de um dente real, tanto visualmente quanto na função.

Componentes do implante dentário: (1) Fixtura de titânio — a raiz artificial inserida no osso; (2) Pilar ou intermediário — a peça que conecta a fixtura à coroa; (3) Coroa protética — a parte visível, feita em porcelana ou zircônia.

Diferente das próteses dentárias removíveis, que repousam sobre a gengiva e podem se mover durante a fala e a mastigação, o implante é completamente fixo e não precisa ser removido para higienização. Ele é tratado exatamente como um dente natural — escovação, fio dental e consultas de revisão periódicas são suficientes para mantê-lo por décadas.

Implante dentário vs. outras opções: comparativo completo

A decisão entre implante, ponte fixa e prótese removível envolve múltiplos fatores: o número de dentes perdidos, o volume ósseo disponível, a saúde geral do paciente e as expectativas em relação ao resultado. O quadro abaixo resume as diferenças:

CritérioImplantePonte FixaPrótese Removível
DurabilidadeA vida toda (>90% em 20 anos)10 a 15 anosTrocas e ajustes periódicos
Preservação ósseaEstimula e preservaNão impede a reabsorçãoAcelera a reabsorção
Dentes vizinhosNão envolveExige desgaste de saudáveisNão envolve
ConfortoFixo, como dente naturalFixoPode soltar/incomodar
EstéticaIdêntica ao naturalBoaMenos natural na fala

Implante dentário

O implante é a opção que mais se aproxima do dente natural em todos os aspectos — função, estética, conforto e preservação da saúde bucal. Por ser integrado ao osso, ele transmite as forças da mastigação diretamente para a estrutura óssea, assim como faz uma raiz natural, prevenindo a reabsorção. Estudos de acompanhamento de 20 anos mostram taxa de sobrevivência acima de 90%.

Ponte fixa sobre dentes naturais

A ponte fixa usa os dentes adjacentes como pilares, desgastando-os para suportar a estrutura que preenche a ausência. É eficiente em estética e função, mas exige comprometer dentes saudáveis, não impede a reabsorção óssea na região do dente perdido e tem vida útil média de 10 a 15 anos.

Prótese removível (parcial ou total)

Solução não cirúrgica, mas que oferece o menor nível de conforto, função e preservação óssea entre as três opções. É indicada principalmente em casos de perda óssea severa ou quando fatores sistêmicos contraindicam procedimentos cirúrgicos.

Para situações de perda dentária extensa, onde a prótese convencional seria a opção padrão, a prótese total sobre implantes representa um salto significativo em qualidade de vida — combinando a praticidade de uma solução completa com a estabilidade e o conforto proporcionados pelos implantes.

Quem pode fazer implante dentário? Critérios de elegibilidade

A grande maioria dos adultos é candidata ao implante dentário. A avaliação clínica e de imagem é o único caminho seguro para confirmar a indicação em cada caso específico, mas de forma geral, os principais critérios analisados são:

Volume e qualidade óssea

O osso precisa ter espessura, altura e densidade suficientes para receber e estabilizar o implante. Quando há reabsorção óssea significativa — situação comum em pacientes que perderam o dente há muitos anos ou que usaram prótese removível por longo período — pode ser necessário realizar um enxerto ósseo antes ou concomitantemente à colocação do implante.

O enxerto é um procedimento que adiciona volume ósseo ao local deficiente, utilizando osso do próprio paciente, osso de banco ou biomateriais sintéticos. Após o período de integração do enxerto, o implante pode ser colocado normalmente.

Saúde periodontal

A saúde das gengivas e do tecido de suporte dos dentes é um pré-requisito fundamental. A presença de gengivite (inflamação superficial da gengiva) ou periodontite (inflamação que compromete o osso de suporte) precisa ser tratada antes da colocação do implante.

A periodontite não tratada é uma das principais causas de falha em implantes — a mesma bactéria que destrói o osso ao redor dos dentes naturais pode comprometer a osseointegração e causar a chamada periimplantite, infecção ao redor do implante instalado. Por isso, na Clínica Mariela Baltazar, todo planejamento de implante começa com uma avaliação periodontal completa.

Saúde geral e condições sistêmicas

Algumas condições sistêmicas exigem avaliação específica antes do procedimento:

  • Diabetes — controlada permite implantes com sucesso; descompensada aumenta o risco de falha na osseointegração
  • Osteoporose — pode ser realizado, mas exige avaliação da densidade óssea e, às vezes, ajuste de medicamentos
  • Uso de bisfosfonatos — medicamentos para osteoporose e certos cânceres podem comprometer a vascularização óssea; avalia-se tipo, dose e tempo de uso
  • Doenças autoimunes — cada caso é avaliado individualmente
  • Radioterapia de cabeça e pescoço — pode reduzir a vascularização óssea; exige protocolo específico
  • Coagulopatias — distúrbios de coagulação são manejados em parceria com o médico do paciente

Tabagismo

O tabaco prejudica a vascularização dos tecidos e reduz a resposta imune local, aumentando o risco de falha na osseointegração e de periimplantite. Estudos mostram que fumantes têm taxas de sucesso menores que não fumantes, especialmente em grandes volumes de implantes. Entretanto, o tabagismo, por si só, não é contraindicação absoluta — o risco é avaliado caso a caso, e a suspensão do tabaco antes e após a cirurgia é fortemente recomendada.

Idade mínima

O implante só pode ser realizado após o completo desenvolvimento ósseo, que geralmente ocorre entre 17 e 18 anos nas mulheres e 18 a 20 anos nos homens. Em jovens em crescimento, o implante colocado precocemente pode ficar em posição inadequada conforme o osso se desenvolve. Para casos de perda dentária em adolescentes, soluções provisórias são utilizadas até que o crescimento esteja concluído.

Não há idade máxima

Não existe limite de idade para fazer implante dentário. Pacientes na faixa dos 70, 80 anos realizam o procedimento com sucesso quando as condições ósseas e de saúde geral são adequadas. O que importa é a saúde sistêmica e o volume ósseo disponível — não a idade cronológica.

Como funciona o procedimento: passo a passo detalhado

O tratamento com implante dentário é um processo que se divide em etapas bem definidas. Compreender cada fase ajuda a reduzir a ansiedade e a ter expectativas realistas sobre o cronograma e os resultados.

Etapa 1 — Consulta de avaliação e planejamento

Tudo começa com uma consulta completa em que a Dra. Mariela realiza o exame clínico da cavidade oral, avalia a saúde periodontal, analisa a mordida e coleta todas as informações necessárias para o planejamento. Radiografias panorâmicas e, frequentemente, uma tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT) são solicitadas para visualizar em três dimensões a estrutura óssea, as raízes dos dentes adjacentes, a localização dos nervos e os seios maxilares.

Com base nesse planejamento digital, é possível determinar com precisão milimétrica o posicionamento ideal de cada implante, previsualizando o resultado final antes mesmo de iniciar o tratamento.

Etapa 2 — Preparação periodontal (quando necessária)

Se houver qualquer sinal de doença periodontal ativa, esse é o momento de tratá-la. A periodontia inclui raspagem e alisamento radicular, cirurgias periodontais quando indicadas e instruções detalhadas de higiene. O implante só será colocado após a confirmação de que as gengivas estão saudáveis e o ambiente oral está controlado.

Etapa 3 — Cirurgia de instalação do implante

A cirurgia é realizada sob anestesia local, de forma ambulatorial. A Dra. Mariela faz uma pequena incisão na gengiva, prepara o leito ósseo com instrumentos rotatórios de precisão (fresadores) e insere o implante de titânio na posição planejada. Em seguida, a gengiva é suturada sobre o implante.

O tempo cirúrgico varia conforme o número de implantes: um único implante leva em média 30 a 60 minutos. O desconforto pós-operatório é geralmente leve a moderado, controlado com analgésicos e anti-inflamatórios por 3 a 5 dias. A maioria dos pacientes retorna às atividades normais no dia seguinte ao procedimento.

Em casos de urgência ou quando o paciente necessite de atendimento imediato por dor ou fratura, a clínica conta com atendimento odontológico de urgência, garantindo que nenhuma situação aguda fique sem solução.

Etapa 4 — Período de osseointegração

Após a cirurgia, inicia-se o período de osseointegração — o processo em que as células ósseas crescem e se aderem à superfície do titânio, fundindo implante e osso em uma única estrutura. Esse período varia de 3 a 6 meses, dependendo da qualidade e do volume ósseo do paciente, da região da boca (mandíbula integra mais rápido que a maxila, em geral) e do protocolo de carga utilizado.

Durante esse período, uma coroa provisória pode ser instalada para manter a estética e a função, evitando que o espaço fique vazio. Em determinados protocolos, é possível até instalar uma coroa provisória no mesmo dia da cirurgia — técnica conhecida como carga imediata, indicada em casos selecionados com excelente qualidade óssea.

Etapa 5 — Moldagem e confecção da coroa definitiva

Confirmada a osseointegração completa (verificada por exame clínico e radiográfico), é feita a moldagem ou escaneamento digital da boca para a confecção da coroa definitiva. A coroa é personalizada em laboratório para se harmonizar perfeitamente com a cor, forma e tamanho dos dentes naturais do paciente.

Etapa 6 — Instalação da coroa e acompanhamento

A coroa é fixada sobre o implante com parafuso ou cimento. Após alguns ajustes finos de mordida, o tratamento está concluído. Consultas de acompanhamento periódicas — geralmente a cada 6 meses — garantem a longevidade do implante e monitoram a saúde do tecido ao redor.

Implante dentário dói? O que esperar antes, durante e depois

O medo da dor é, sem dúvida, a principal barreira que impede muitas pessoas de realizarem o implante — e, na prática, é muito menor do que a maioria imagina. Entender o que acontece em cada fase ajuda a encarar o procedimento com muito mais tranquilidade.

Durante a cirurgia

A cirurgia é realizada com anestesia local eficiente, que bloqueia completamente a sensibilidade dolorosa na região. O paciente pode sentir pressão, vibração e o movimento dos instrumentos, mas não sente dor. A anestesia é aplicada com cuidado e, quando necessário, podem ser utilizadas técnicas complementares para pacientes com maior sensibilidade ou ansiedade.

Nas primeiras 48 a 72 horas após a cirurgia

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Quando o efeito da anestesia passa, é normal sentir desconforto leve a moderado na região operada — comparável, segundo a maioria dos pacientes, a uma dor de dente ou à sensação após uma extração simples. Esse desconforto é controlado com analgésicos e anti-inflamatórios prescritos pela Dra. Mariela e tende a diminuir progressivamente do segundo ao quinto dia.

Inchaço e pequena equimose (roxo) na região são reações normais e esperadas, que regridem em 5 a 7 dias. Compressas frias nas primeiras 24 horas ajudam a controlar o edema.

Durante o período de osseointegração

Após os primeiros dias, não há dor durante a osseointegração. O processo de fusão do implante ao osso é silencioso e assintomático. O paciente segue sua rotina normalmente, apenas evitando mastigar diretamente sobre o implante nos primeiros meses.

Para pacientes com medo ou ansiedade

A Clínica Mariela Baltazar tem um histórico consistente de atendimento a pacientes ansiosos. Depoimentos de pacientes reais da clínica destacam o cuidado da Dra. Mariela em explicar cada etapa do procedimento, criar um ambiente acolhedor e garantir que o paciente se sinta seguro e informado em todo o processo. Para casos de ansiedade intensa, recursos adicionais de conforto podem ser avaliados na consulta de planejamento.

Quanto tempo dura um implante dentário?

Quando a pergunta é sobre durabilidade, a resposta do implante dentário se destaca em relação a qualquer outra alternativa: um implante bem posicionado, osseointegrado e bem cuidado pode durar a vida toda. Os estudos científicos mais longos de acompanhamento — com pacientes monitorados por 20, 25 e até 30 anos — confirmam taxas de sucesso superiores a 90% nesse período.

A longevidade do implante depende de três pilares fundamentais:

  • Qualidade da execução cirúrgica — posicionamento tridimensional preciso, implante adequado para cada região e protocolo correto
  • Saúde periodontal e higiene — escovação correta, fio dental, escovas interdentais e ausência de doença periodontal ativa
  • Acompanhamento regular — consultas semestrais para monitoramento clínico e radiográfico

Já a coroa protética — a parte visível do implante — tem vida útil média de 15 a 20 anos, dependendo do material utilizado e dos hábitos do paciente. Em caso de desgaste ou fratura da coroa, ela pode ser substituída sem necessidade de remover o implante, que permanece intacto no osso.

A relação entre saúde gengival e sucesso do implante

A periodontia e a implantodontia são especialidades profundamente interligadas. O sucesso a longo prazo de qualquer implante depende diretamente da saúde dos tecidos moles (gengiva) e duros (osso) que o cercam.

A periimplantite — infecção ao redor do implante — é a principal causa de perda de implantes após a osseointegração. Ela tem características muito semelhantes à periodontite: é causada por bactérias que se acumulam na interface entre o implante e a gengiva, gerando inflamação, sangramento, formação de bolsa e destruição óssea progressiva.

Pacientes com histórico de periodontite têm risco aumentado de desenvolver periimplantite e precisam de um protocolo de controle ainda mais rigoroso. Por isso, antes de qualquer procedimento de implante, a Dra. Mariela realiza uma avaliação periodontal completa e, quando necessário, inicia o tratamento das gengivas como primeira etapa do planejamento.

O controle periódico após a instalação do implante inclui limpeza profissional, avaliação do índice de placa, sondagem ao redor do implante e radiografias periapicais para monitorar o nível ósseo. Essa rotina é o que garante que o implante continue saudável por décadas.

Implante dentário para perda de vários dentes: All-on-4 e All-on-6

O implante dentário não é exclusivo para reposição de dentes isolados. Quando a perda dentária é extensa — ou mesmo total — os implantes podem sustentar próteses fixas completas, eliminando a necessidade de dentaduras convencionais e devolvendo ao paciente função e estética próximas ao natural.

Os protocolos mais utilizados para reabilitação total são:

All-on-4

Quatro implantes — dois anteriores em posição vertical e dois posteriores angulados — sustentam uma prótese fixa completa com 12 a 14 dentes. A angulação dos implantes posteriores permite aproveitar o osso disponível mesmo em regiões com reabsorção significativa, evitando ou reduzindo a necessidade de enxertos ósseos.

All-on-6

Seis implantes distribuídos ao longo do arco oferecem distribuição de carga ainda mais equilibrada, indicados especialmente para pacientes com maior volume ósseo e exigências funcionais mais intensas. O resultado é uma prótese fixa, estável, com função mastigatória superior à prótese removível convencional.

A prótese total sobre implantes representa uma transformação completa na qualidade de vida dos pacientes com perda dentária total. Comer, falar e sorrir com naturalidade — sem preocupação com movimentação ou fixadores — é algo que esses pacientes frequentemente descrevem como uma virada de vida.

Para casos em que a prótese total removível seja a opção mais indicada pelas condições clínicas do paciente, a clínica também oferece esse serviço com alto padrão técnico e estético.

A estética do implante: o resultado fica natural?

Um dos maiores receios de quem considera o implante é a questão estética — e esse é justamente um dos pontos mais fortes do procedimento. A coroa que reveste o implante é fabricada de forma completamente personalizada para o paciente: cor, forma, tamanho e textura são definidos para se harmonizar com os dentes naturais adjacentes e com as características faciais de cada pessoa.

As coroas em porcelana feldspática são as que oferecem maior naturalidade, pois reproduzem a translucidez dos dentes reais com alta fidelidade. Coroas em zircônia oferecem maior resistência mecânica e são especialmente indicadas para a região posterior (molares e pré-molares), onde as forças mastigatórias são maiores.

Para pacientes que desejam aproveitar o momento do tratamento com implante para fazer uma transformação mais ampla do sorriso, a Dra. Mariela pode integrar o planejamento de implante com outros tratamentos estéticos — como facetas de porcelana nos dentes vizinhos ou clareamento dental prévio ao início do tratamento restaurador. Dessa forma, a coroa do implante é confeccionada já harmonizada com o novo tom dos dentes naturais.

O resultado final, quando bem planejado e executado, é simplesmente indistinguível: nem o paciente, ao olhar no espelho, nem as pessoas ao redor, conseguem identificar qual dente é implante e qual é natural.

Implante ou tratamento de canal: quando cada um é indicado?

Uma dúvida frequente em consultório: quando um dente está muito comprometido — por cárie profunda, fratura ou infecção — devo salvá-lo com um tratamento de canal ou extraí-lo e colocar um implante?

A resposta depende de uma avaliação criteriosa do quanto de estrutura dentária saudável ainda resta e da viabilidade periodontal do dente. De forma geral, sempre que possível, o dente natural deve ser preservado. Um dente natural bem tratado, com endodontia adequada e restauração correta, pode durar muitos anos e é sempre superior ao implante em termos de propriocepção (a sensação de tato que as fibras do ligamento periodontal transmitem ao osso).

O tratamento de canal (endodontia) é indicado quando o dente tem raiz saudável, osso de suporte preservado e estrutura coronária suficiente para receber uma restauração. Quando esses requisitos não são atendidos — dente com fratura abaixo da linha da gengiva, reabsorção radicular severa, dente sem suporte ósseo adequado —, a extração e o implante passam a ser a escolha mais inteligente a longo prazo.

A avaliação é sempre individualizada e baseada em evidências científicas. Na Clínica Mariela Baltazar, a indicação de extração só ocorre quando há consenso de que manter o dente traria mais riscos do que benefícios.

O implante pode ser rejeitado pelo organismo?

O titânio é um dos materiais mais biocompatíveis conhecidos — é o mesmo usado em próteses ortopédicas (quadril, joelho) e em placas fixadoras de fraturas ósseas. A rejeição imunológica ao titânio é extremamente rara. A falha do implante, quando ocorre, está quase sempre relacionada a fatores como infecção, má higienização, tabagismo ou complicações sistêmicas — não à rejeição do material em si.

Posso fazer implante se tenho prótese em outro dente?

Sim. A presença de próteses — fixas ou removíveis — nos outros dentes não contraindica o implante. O planejamento considera toda a arcada dentária para garantir harmonia oclusal e distribuição equilibrada das forças mastigatórias.

É possível fazer implante em todos os dentes ao mesmo tempo?

Sim. Em casos de múltiplas perdas, é possível inserir vários implantes na mesma sessão cirúrgica, dependendo das condições ósseas e do estado geral de saúde do paciente. Isso reduz o número de cirurgias e o tempo total de tratamento.

O implante exige cuidados especiais de higiene?

Os cuidados são basicamente os mesmos dos dentes naturais: escovação correta pelo menos três vezes ao dia (com escova de cerdas macias), fio dental ou escovas interdentais para limpar as laterais do implante e a interface com a gengiva, e uso de jato de água (irrigador oral) como complemento. Além disso, a manutenção profissional semestral é fundamental para a longevidade do implante.

E se eu precisar de uma extração por urgência? Posso já colocar o implante?

Em alguns casos, sim — é o que chamamos de implante imediato pós-extração. Nessa técnica, o implante é inserido imediatamente após a extração do dente, aproveitando o volume ósseo do alvéolo fresco. Nem todos os casos são indicados para essa abordagem, mas quando as condições clínicas permitem, ela reduz o número de cirurgias e o tempo total de tratamento. Para situações de urgência, a clínica disponibiliza atendimento odontológico emergencial para avaliar e planejar a melhor conduta.

Por que realizar seu implante na Clínica Mariela Baltazar?

Escolher onde realizar um implante dentário é uma decisão que vai muito além do preço. Envolve confiança, competência técnica, estrutura adequada e um relacionamento baseado em transparência e respeito. Veja o que diferencia a Clínica Mariela Baltazar:

Atendimento exclusivo e individualizado

A clínica atende um paciente por vez no consultório, garantindo privacidade total e atenção 100% dedicada. Não há pressa, não há interrupções — cada consulta é planejada para que o paciente se sinta ouvido, informado e seguro em cada decisão.

Planejamento digital de precisão

O uso de tomografia computadorizada de feixe cônico e softwares de planejamento 3D permite visualizar com precisão milimétrica a anatomia óssea, os nervos e as estruturas adjacentes antes da cirurgia. Isso garante maior segurança no posicionamento do implante e resultados previsíveis.

Materiais de alto padrão

A clínica utiliza implantes de marcas com respaldo científico internacional, registradas na ANVISA, com certificações de biocompatibilidade e com vasta literatura clínica sobre desempenho e longevidade.

Equipe especializada

Conheça a equipe da Clínica Mariela Baltazar e as especialidades disponíveis. O atendimento multidisciplinar garante que todas as etapas do tratamento — desde a avaliação periodontal até a confecção da coroa definitiva — sejam realizadas com excelência.

Localização privilegiada no Tatuapé

Situada no coração do Tatuapé, em São Paulo (Rua Bom Sucesso, 220 — sala 1913), a clínica é de fácil acesso por transporte público e tem estacionamento próximo. Saiba mais sobre a estrutura e a filosofia da clínica e entenda por que pacientes de toda a Zona Leste e de outras regiões de São Paulo escolhem a Dra. Mariela para cuidar do seu sorriso.

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Não existe o momento perfeito para cuidar da saúde bucal — existe o momento em que você decide agir. E a Clínica Mariela Baltazar está pronta para acompanhar essa jornada com você.

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Referências Científicas

  1. Brånemark PI. "Osseointegration and its experimental background." Journal of Prosthetic Dentistry, 1983.
  2. Chappuis V, et al. "Long-term outcomes of dental implants with a titanium plasma-sprayed surface: a 20-year prospective case series study in partially edentulous patients." Clinical Implant Dentistry and Related Research, 2013.
  3. Koller B, et al. "Cost-effectiveness of implant-supported restorations in the edentulous mandible." Gerodontology, 2016.
  4. Associação Brasileira de Odontologia (ABO). Diretrizes Clínicas em Implantodontia, 2020.

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